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Colegas da Salvamar repudiam motim articulado para prejudicar trabalhos no órgão

Uma situação inusitada tem ocorrido na coordenação da Salvamar. Órgão vinculado à Semop, seus profissionais desempenham atividade essencial de preservação à vida e de forma sempre providencial atuam nas praias da capital baiana. Apesar disso, uma tentativa de motim tenta esvaziar a condução do novo coordenador em claro desrespeito ao trabalho proposto.

De forma irresponsável, setores que deveriam operar em conformidade com a orientação do coordenador não apareceram em seus postos para garantir o fornecimento de materiais necessárias à montagem da operação na orla da cidade. Além disso, boicotaram a ação náutica que se faz indispensável para o reforço do salvamento aquático.

Na última sexta-feira (30), os agentes de salvamento aquático realizaram um ato de apoio ao coordenador SV Helenilton Lima e repudiaram as atividades de motim que tentam prejudicar a condução dos trabalhos. O encontro que aconteceu na sede da Salvamar foi um gesto de reafirmação da responsabilidade dos colegas do órgão com a sociedade soteropolitana e o serviço público.

O diretor do Sindseps e a Abasa, Pedro Barretto comentou a situação e falou sobre a necessidade de ajustes na organização interna da Salvamar. “Sempre buscamos dialogar com todas as forças políticas nos ambientes que atuamos. Ter um colega atuando na coordenação nos dá uma segurança maior quanto ao conhecimento técnico para conduzir os trabalhos. Enquanto isso, alguns inconformados na gestão do órgão e na Semop preferem a presença nociva de indivíduos que depreciaram nossa atividade ou aqueles que caluniaram nossos colegas. Isso não prosperará e a força da mobilização vai demonstrar isso. Precisamos reajustar o funcionamento interno na Salvamar para que não existam motins ou prejuízos”, afirmou Barretto.

Uma assembleia setorial acontecerá na próxima quarta-feira (04), a partir de 08h, na sede da Salvamar, no bairro de Patamares.

Abasa escolhe novo coordenador geral para 2019

A Associação Baiana de Salvamento Aquático (Abasa) escolheu seu novo coordenador geral para o ano de 2019. O colega João Miranda (SV Miranda) foi escolhido para conduzir os trabalhos coletivos da entidade para o ano de 2019.

Segundo nota publicada no site da entidade, SV Miranda reúne todas as condições para estar na coordenação geral. Destaque em 2018 por conta de denúncias da diretoria regional de Salvador (pasta que assume na diretoria colegiada) envolvendo as condições de trabalho dos salva-vidas. Foi peça chave para todos os atos que a administração tomou em benefício da Salvamar tenham sido adotadas por esta gestão, diz o texto.

Segundo o coordenador geral do Sindseps, Marcelo Rocha, a escolha dos colegas pelo SV Miranda é um indicativo de manutenção da postura agerrida da Abasa. “Temos acompanhado a capacidade de luta de Miranda. Um colega corajoso e democrático que entendeu que o mais importante é participar da mobilização coletiva. Suas qualidades foram apreciadas pelos demais diretores da Abasa que reconhecem nele a postura de combatividade e respeito pela categoria. Miranda tem a nossa confiança e torcemos pelo êxito de suas ações à frente da entidade”, disse Rocha

Decisão judicial que garante aposentadoria especial para salva-vidas em Salvador é comemorada pela categoria

Uma luta que tem sido feita com afinco pelas entidades representativas dos agentes de salvamento aquático na capital baiana, a aposentadoria especial ganhou mais um capítulo para continuar uma história protagonizada pela categoria com o apoio da Associação Baiana de Salvamento Aquático [Abasa] e o Sindseps. A edição do dia 15 de janeiro do Diário Oficial do Município traz a concessão desse direito ao colega SV Wilson Gomes de Almeida.

A aposentadoria especial do colega salva vidas foi em cumprimento de decisão judicial proferida pela Vara de Fazenda Pública de Salvador em claro reconhecimento da responsabilidade do Poder Executivo em garantir esse direito no âmbito da previdência própria. Os efeitos da sentença são retroativos ao ano de 2011.

Segundo o advogado Kim Pinheiro, militante em Direito Público, a aposentadoria especial é um instrumento de técnica protetiva do segurado destinado a compensar o desgaste resultante da exposição aos agentes nocivos prejudiciais à sua saúde ou integridade física, permitindo que o segurado possa percorrer o caminho mais curto para a sua aposentadoria, afirmou em artigo publicado. O especialista aponta ainda a postura da administração pública diante de situações onde não haja firmamento legal sobre a questão. “A administração tem negado a concessão da aposentadoria especial aos seus servidores, aduzindo, em síntese, falta de previsão legal”, diz.

O diretor do Sindseps e da Abasa, Pedro Barretto comentou a decisão judicial em favor do colega SV Wilson. Segundo ele, a Justiça garantiu um importante instrumento para que a categoria continue mobilizada em torno desse direito negado pelo Poder Público. “Quando iniciamos essa jornada pela aposentadoria especial, muitos enxergavam como uma utopia e nós como uma utopia viável. Pesquisamos muito e apontamos quais caminhos deveriam ser adotados pela administração municipal para garantir esse direito. Nosso labor é exposto a agentes químicos, físicos, biológicos que reduzem significativamente nossa qualidade de vida, dando efeito então para a concessão desse benefício. Esperamos que essa decisão judicial sirva para pacificar essa questão no âmbito da gestão municipal e que possamos evoluir para uma Lei que garanta vez por todas que possamos ter esse direito, pois essa sentença servirá como combustível para continuarmos mobilizados na crença de que chegaremos a um resultado satisfatório nessa luta pela aposentadoria especial”, disse Barretto.

A Abasa mantém um abaixo assinado virtual onde reforça a mobilização social pela profissão de salva-vidas no país. O pedido é pela aprovação imediata do PLC 42/2013 que regulamenta a profissão de Salva-vidas e Guarda-vidas em todo território nacional. Atualmente sobre a relatoria da Senadora Lídice da Mata (PSB) na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado, a matéria precisa da aprovação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e posterior aprovação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) onde o projeto está em caráter terminativo. Clique aqui e assine para contribuir nessa luta. 

Sindseps e Abasa na luta pela regulamentação da profissão de salva-vidas no Congresso Nacional

Uma rotina que abrange o ano inteiro na missão sublime de defender os direitos dos salva-vidas. Esse tem sido o lema trabalhado na prática da diretoria da Associação Baiana de Salvamento Aquático [Abasa] em parceria com o Sindseps. Empenhados na regulamentação da profissão, uma comissão composta por integrantes das duas entidades esteve em Brasília [DF]. Prontos para atuar nessa nobre ação em nome da categoria, os representantes da Abasa e do Sindseps estiveram percorrendo o Congresso Nacional para sensibilizar parlamentares no sentido de garantir a aprovação do PLC [Projeto de Lei da Câmara] 42-2013. [Clique aqui]

Os homens do mar seguiram no intuito de dialogar com o senador Sérgio Petecão [AC] que tem a relatoria do PLC nº 66, de 2011 e PLC 42/13. Foram recebidos pela assessoria do  legislador acreano e expuseram os motivos que reforçam a necessidade da regulamentação da profissão de salva-vidas no país. Sem considerar os corredores do Congresso como um desconhecido profundo, os nossos diretores fizeram intervenções precisas junto aos senadores Humberto Costa, Vanessa Grazziotin, Randolfe Rodrigues, Agripino Maia, Romero Jucá, Alvaro Dias, João Capiberibe, Lindberg Farias, Paulo Paim, além de Magno Malta, Fátima Bezerra, Lasier Martins, entre outros. A deputada baiana Alice Portugal [PCdoB] se mostrou fundamental no suporte diante dos seus colegas parlamentares, como também deputado baiano João Carlos Bacelar [Podemos].

O deputado baiano Nelson Pelegrino [PT] e a deputada Laura Carneiro [autora do PLC 66-2011] mantiveram o compromisso de se empenhar pela regulamentação da profissão. Os parlamentares são patronos dos projetos em tramitação que versam sobre o tema.

Para o diretor do Sindseps, Geraldo Costa Júnior, a ida à capital federal tornou a regulamentação da profissão ainda mais próxima da realidade. “Estamos contentes e isso repercute em nossa vontade de continuar a mobilização em torno desse sonho de nossa categoria. Pudemos interagir com vários parlamentares das diversas bancadas estaduais e mostramos que a aprovação do projeto de lei é essencial para garantir a segurança e a preservação da vida em nosso país. Vamos retornar para Salvador com o ânimo renovado e apresentar os resultados de mais uma intervenção proveitosa em nome dos salva-vidas baianos e de todo o Brasil”, afirmou Costa.

Já o diretor Pedro Barretto apontou a necessidade de incrementar a estratégia de luta para conseguir a regulamentação da profissão. Segundo ele, quanto mais instrumentos legais e documentos forem juntados, a sensibilização do Congresso Nacional será mais eficaz. “A tramitação desse PLC mostra que juntamos diversas comunicações oficiais para reforçar o rito legislativo. A Câmara Municipal de Salvador se manifestou com uma moção de apelo pela aprovação do projeto e esse documento do povo de Salvador está entre os documentos. Assim fizeram outras Casas Legislativas municipais em torno desse objetivo. A Abasa e o Sindseps tem sido instrumentos de luta nessa missão de defender quem salva as vidas nas águas das cidades brasileiras e também apresentaram diversos documentos nesse sentido. Sem conter o entusiamo, digo que conseguimos reverter um quadro que era de incertezas e a regulamentação da nossa profissão está muito perto de acontecer e vamos continuar lutando na lua nova de inverno à verão, na lua cheia e de janeiro à janeiro para isso”, disse Barretto.

Estiveram presentes representando a Abasa, os salva-vidas Silas Rodrigues [diretor administrativo e financeiro] e Leonardo Igreja [coordenador geral]. Os diretores do Sindseps, Edna Maria, Rogério Dantas e Paulo Cerqueira também acompanharam os demais diretores do sindicato durante as visitas no Congresso Nacional em uma clara demonstração de união das categorias do serviço público municipal.

 

Salva-vidas aprimoram salvamento aquático em competição e simpósio

Salvador será cenário do II Campeonato & Simpósio de Salvamento Aquático, de 17 a 19 de outubro, evento que incentiva simultaneamente o espírito esportivo e o treinamento profissional dos salva-vidas, com atividades práticas competitivas e instruções teóricas que visam o aprimoramento técnico.

Vão participar do certame 156 salva-vidas de 11 equipes de salvamento aquático: Salvamar Salvador, GMAR, GRAER, Camaçari, Ilhéus, Morro de São Paulo, Equipe ABASA, Tatankas Segurança Aquática, Pinaúna, Litoral Norte e ASSALVI de Itacaré.

O Simpósio no dia 17 dá início às atividades no auditório da Faculdade Social da Bahia (FSBA), às 13h, em Ondina, onde os participantes e chefes de equipe vão receber seus kits. Treinamento e prevenção de ocorrências, assim como resgate e tratamento de primeiros socorros ao afogado serão os temas em pauta.

Nas águas do mar e nas areias da praia da Terceira Ponte em Jaguaribe, os salva-vidas atletas vão competir no Aquátlon, na manhã do dia 18, a partir das 7h. Prova dura que exige dos competidores correr 1.000 metros, depois nadar 1.000 metros e ainda correr mais 1.000. A tarde do dia 18 será dedicada a provas na piscina, a partir das 13h, na Piscina Olímpica na Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô).

Provas de resgate no mar serão lançadas durante o dois turnos do dia 19. Na ocasião os competidores terão como desafio salvamento com pranchão, com rescue tube e corrida à nadadeira.

O propósito do evento é melhorar o conhecimento de técnicas, promover a integração entre serviços de salvamento e, principalmente, diminuir o número de afogamentos, informa o salva-vidas Pedro Barretto Ribeiro, presidente da Associação Baiana de Salvamento Aquático (ABASA), que organiza o evento juntamente com a Salvamar e o Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros (GMAR).

Serviço

O quê: II Campeonato & Simpósio Baiano de Salvamento Aquático
Quando: De 17 a 19 de outubro

Informações: Site do evento: https://iicsbsa.vpeventos.com/

Anote na agenda: Dia de mobilização conjunta dos servidores municipais acontece na terça-feira (16)

Servidores municipais de todas as funções ocuparão o centro da cidade, na próxima terça-feira (16), em protesto contra o famigerado “REAJUSTE ZERO” que está sendo imposto pelo prefeito de Salvador. Juntos, todos os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público municipal paralisarão as suas atividades para participar desse ato de repúdio e indignação contra o caldeirão de maldades da gestão.

Participe. Na terça-feira (16), 08h30, no Largo do Campo Grande. Estaremos juntos!

Clique aqui e saiba os motivos que você tem para seguir conosco nesta mobilização junto com APLB Sindicato, Abasa, Ascop, Aaces, Assesp e a força do Sindseps.

Associação denuncia falta de salva-vidas nas praias da Cidade Baixa e do Subúrbio Ferroviário

O banho de mar continua sendo umas das principais diversões na capital baiana. Apesar do cenário convidativo das águas quentes, o perigo está sempre presente. As praias da Cidade Baixa continuam desguarnecidas e os banhistas correm riscos à cada mergulho, principalmente na Penísula Itapagipana e orla do Subúrbio Ferroviário. A tragédia anunciada aconteceu no último domingo (05), quando dois jovens tiveram suas vidas ceifadas por afogamento, na região da Penha, no bairro da Ribeira.

Sempre empenhados em defender a vida humana no mar, os salva-vidas da capital baiana constantemente denunciam o descaso da Prefeitura de Salvador em prover as praias da Cidade Baixa com postos de salvamento aquático.

“Nenhuma das praias da região da Cidade Baixa e Subúrbio possuem salva-vidas. Os próprios banhistas e comerciantes realizam os salvamentos de maneira heróica e solidária, mas também colocam suas vidas em risco de morte. Falta concurso público para preencher as lacunas que existem no quadro da Salvamar [Coordenadoria Municipal de Salvamento Aquático]”, denunciou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador – Sindseps, Pedro Barretto, que também preside a Associação Baiana de Salvamento Aquático (Abasa).

Segundo Barretto, o sucateamento do órgão tem sido combatido com ações promovidas pelos próprios salva-vidas. A falta de equipamentos e condições de trabalho nas praias são fatores que prejudicam a ação dos profissionais. “Nossos mirantes servem como abrigo de marginais e estão depredados. As barracas não resistem à ação do tempo, o fardamento é deficiente e até mesmo, o protetor solar não é o recomendando para o período que ficamos expostos ao sol. Nosso salário tem sofrido defasagem e o prefeito não cumpre a lei do Plano de Cargos e Vencimentos aprovado e sancionado por ele mesmo. Salvamos vidas porque essa é a nossa missão e o reconhecimento é dado pela população que sabe o valor de nosso trabalho heróico”, disparou o dirigente.

Os salva-vidas participam da assembleia geral dos servidores municipais que acontece nesta quarta-feira (08), às 08h30, no ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários, na Ladeira dos Aflitos. A mobilização faz parte da Campanha Salarial 2016 ainda em curso.

Regulamentação da profissão de salva-vidas é tema de entrevista em rádio de Salvador

Os salva-vidas de Salvador estão entusiasmados com a atuação da diretoria da Associação Baiana de Salvamento Aquático – Abasa. A luta pela regulamentação da profissão tem o apoio incondicional do Sindseps. O nosso sindicato reconhece a legitimidade da Abasa e de seus dirigentes como representação da categoria.

Empenhados em repercutir a vontade da categoria na sociedade, os diretores Pedro Barretto e Geraldo Costa estiveram na Rádio 92,3 FM, na quinta-feira (19), para falar sobre a visita ao Congresso Nacional e a mobilização nacional em torno da aprovação do PL 42/13.

Clique aqui e ouça a entrevista.

Brasília: diretores do Sindseps e da Abasa conseguem avanços na busca pela regulamentação da profissão de salva-vidas

O mês de novembro foi de intensas mobilizações na defesa dos salva-vidas. Diretores do Sindseps e da Associação Baiana de Salvamento Aquático (Abasa) estiveram na capital federal para incrementar a luta pela regulamentação da profissão. Pedro Barreto e Geraldo Costa estiveram no Congresso Nacional para apresentar considerações relacionadas ao PL 42/13 em tramitação. Além desta ação, os representantes da categoria integram um movimento em prol da criação de uma entidade nacional da categoria.

Um avanço considerável foi obtido nesta jornada em Brasília-DF. Os diretores conseguiram articular com as representações de outros estados para que o Senado Federal promova um audiência pública. A intenção desta sessão da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa é a discussão da regulamentação da profissão de salva-vidas.

Confira cada passo do dia no Senado Federal, clicando aqui.

Luta da Abasa e do Sindseps refletem no posicionamento do MP sobre as condições da Salvamar

A tentativa da gestão municipal de esvaziar a mobilização dos trabalhadores nunca renderá resultados. Essa afirmação é feita por conhecermos a responsabilidade do servidor municipal com a sua vida profissional e com o sustento da sua família.

Com este conceito de lealdade e fé na luta, as diretorias da Associação Baiana de Salvamento Aquático (Abasa) e do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) continuam denunciando as péssimas condições de trabalho impostas aos profissionais da Salvamar. Nas diversas áreas de atuação, os combativos dirigentes sempre estão empenhados em garantir que os anjos do mar possam reunir possibilidades apuradas de prestar um bom serviço ao cidadão.

Mesmo com as manobras de cooptação feitas por auxiliares do prefeito, a categoria não se rende e não permitirá que o descaso se torne lugar comum na Salvamar. Quem faz a luta em prol dos trabalhadores tem esse reconhecimento espontâneo. A Abasa e o Sindseps são ícones da representação dos servidores lotados no salvamento aquático da capital baiana. Não há como conceber a ideia de que gestores descompromissados com a coisa pública sejam leais aos servidores. Tentam apenas garantir o silêncio para que sua incompetência gerencial não venha à tona.

Não reconhecer a legitimidade da associação perante à categoria e fazê-lo de modo contrário perante ao MP/BA é no mínimo, a prova da “engenharia do mal” para confundir a sociedade e tentar angariar o respeito e a consideração que não são devidos para quem nos empurra para o abandono.

Clique aqui e confira o posicionamento do Ministério Público da Bahia em relação à situação da Salvamar e quem foram os entes considerados responsáveis pelo descaso e falta de condições de trabalho.

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