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Denúncia: caso do prédio da Vigilância Sanitária reflete situação dos imóveis do serviço público em Salvador

vigilanciaO pânico e o medo também toma conta dos servidores municipais de Salvador. Além de ter que enfrentar a má vontade dos gestores, os trabalhadores e trabalhadores precisam correr riscos para exercerem suas atividades diárias.

Um situação já denunciada pela diretoria de nosso sindicato é a falta de condições estruturais e de manutenção em diversos prédios, onde funcionam órgãos da administração municipal. Rachaduras, infiltrações, esgoto à céu aberto, vulnerabilidade e agora, com as chuvas que caem sobre a cidade, a categoria ainda tem que enfrentar riscos de desabamentos.

O fato ocorrido na manhã desta sexta-feira (15), no prédio da Vigilância Sanitária, na Avenida Vasco da Gama é uma demonstração inequívoca de que a Prefeitura de Salvador não possui um diagnóstico das instalações do serviço público municipal. Um deslizamento de terra quase causou prejuízos maiores no local. Apesar disso, a correria e o receio de uma tragédia fez com que os servidores desocupassem o imóvel de maneira imediata. Mesmo com o susto, ninguém ficou ferido.

“Vamos continuar denunciando, pois o prefeito da cidade tem sido omisso com essa situação. Usa a tragédia dos soteropolitanos para tentar se promover politicamente. não cuida da proteção ambiental da cidade, não executa um plano de contenção de encostas eficaz e usa a técnica da lona preta como solução para o problema. Como crer que exista um gerenciamento deste momento de perigo civil, se nem mesmo a Defesa Civil tem um prédio em condições de abrigar pessoas”, questionou o coordenador geral do Sindseps, Everaldo Braga.

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